sexta-feira, 14 de outubro de 2011

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Chefe do Parque do Iguaçu divulga campanha das Cataratas no Cesumar




(Do Blog do Carlos AF Giovanni) O chefe do Parque Nacional do Iguaçu, Jorge Pegoraro, esteve nesta quinta pela manhã no Cesumar. Depois de conceder entrevista à RUC (Rádio Universitária Cesumar) ele visitou o vice-reitor da instituição, Wilson de Matos Filho, junto com o coordenador da rádio, Elias Gomes.
Pegoraro concedeu entrevista ao programa “Nas ondas do Ambiente”, comandado pelo apresentador Carlos Giovanni, chefe da Reserva Biológica das Perobas, em Cianorte e Tuneiras do Oeste.
O principal objetivo da visita foi divulgar a campanha para que as Cataratas do Iguaçu sejam escolhidas como uma das sete maravilhas da natureza. O concurso mundial está em sua última fase e as Cataratas concorrem com 27 outros atrativos mundiais. Eram mais de trezentos no começo.
O vice-reitor do Cesumar declarou o apoio da instituição com a veiculação da campanha “Vote Cataratas” nas emissoras de rádio e televisão do Cesumar.
De acordo com Pegoraro, se as cataratas forem eleitas, será muito positivo para a atração de turistas porque haverá uma divulgação mundial. “Será bom para o Paraná e para o Brasil, especialmente com os eventos esportivos – Copa do Mundo e a Olimpíadas – que vêm por aí em 2014 e 2016.
O resultado do concurso sai no final do ano. Para votar nas cataratas basta acessar o site http://www.votecataratas.com/



(Fonte: Assessoria de Imprensa Cesumar - www.cesumar.br)





sexta-feira, 26 de agosto de 2011

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Parque Nacional do Iguaçu recebe 132 mil visitantes em julho‏





O Parque Nacional do Iguaçu recebeu em julho um público de 132.004 visitantes. O mês de grande movimento turístico devido às férias escolares teve uma alta de 2% em relação ao mesmo período do ano passado.


As estatísticas indicam que o público brasileiro corresponde a 52% do total de entradas. Visitantes da Argentina, Paraguai e Uruguai somam 34%c e outros estrangeiros completam a tabela com 14% do total.


No acumulado do ano (janeiro a julho) o Parque recebeu 800.710 pessoas, mantendo a média de crescimento de 14% na visitação. Já são 230 mil entradas a mais do que no mesmo período do ano passado.



(Ascom Parque Nacional do Iguaçu)


Boletim ICMBio em Foco nº 156‏





















segunda-feira, 25 de julho de 2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Revista sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza

A Revista sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza que traz o mapa das UC brasileiras com o cadastro finalizado no CNUC até 10/05/2011, além de diversas informações sobre as UC e a importância dessas áreas para a sociedade.

Todos os órgãos gestores de UC cadastrados no CNUC irão receber exemplares da revista.

A publicação será enviada para o endereço disponível em: http://www.mma.gov.br/cadastro_uc/consulta_og



Para abaixar a revista e o mapa acesse:



terça-feira, 5 de julho de 2011

FOTOS: Parque Nacional do Iguaçu recebe 5ª Meia das Cataratas


Com 1.700 inscritos, número recorde na prova, corrida aconteceu neste domingo no Paraná


Veja Fotos!


Plantio de mudas reforça caráter ambiental da Meia Maratona das Cataratas

Pelo terceiro ano, o Centro de Visitantes do Parque Nacional do Iguaçu sediou o plantio de mudas nativas da região. A atividade reuniu cerca de 50 pessoas, entre atletas e organizadores da 5ª Meia Maratona das Cataratas.

A iniciativa faz parte da programação oficial da corrida e tem o objetivo de ratificar a característica ambiental da prova. Segundo o chefe do Parque Nacional, Jorge Pegoraro, “isso demonstra a preocupação com questões ambientais. É uma forma de compensar o carbono emitido durante o evento e também de homenagear os atletas”.

As mudas foram fornecidas pela ONG SOS Águas do Brasil e produzidas em conjunto com os cursos de Agronomia e Engenharia Ambiental da UDC no viveiro da organização não-governamental, na Aparecidinha. Entre as 11 espécies plantadas, havia aroeira, ariticum, araçá, pata-de-vaca e sinamão.

O diretor-presidente da ONG Águas do Brasil, Márcio Andrez, revelou a intenção de prosseguir colaborando com essa atividade nas próximas edições. “É a primeira vez que participamos, mas pretendemos continuar fazendo parte desse trabalho de conscientização pessoal.”

A madrinha da 5ª Meia Maratona das Cataratas, Rosa Mota, participou do plantio. De acordo com a ex-corredora portuguesa, “dessa forma fazemos parte do parque, sendo um bom motivo para voltar”. Para ela, a prova tem uma característica única no mundo e “pode tornar-se internacional no futuro, unindo esporte e turismo”.

Entre os atletas, Damião Ancelmo de Souza, atual campeão da corrida, contou o segredo para a árvore prosperar: “Tem que ter muito amor e carinho”. Esta foi a segunda vez que ele participou do plantio, por considerar a atividade parte da cultura da prova. “Além disso me lembro quando ajudava meu pai na roça em Paulo Jacinto, interior de Alagoas”, complementou.

(Grampo Comunicação.)



Boletim ICMBio em Foco nº 152‏





















quarta-feira, 15 de junho de 2011

Corredores treinam no parque nacional para a meia maratona das Cataratas

http://g1.globo.com/videos/parana/v/corredores-treinam-no-parque-nacional-para-a-meia-maratona-das-cataratas/1533549/#busca=meia maratona das cataratas


Paraná TV 1ª edição – Foz do Iguaçu em 11/06/2011

Boletim ICMBio em Foco nº 149‏





















terça-feira, 26 de abril de 2011

Congresso discute as regras de um novo Código Florestal


O novo projeto estabelece como deve ser a preservação de rios, florestas e encostas, sem prejudicar a produção de alimentos e a criação de gado

Uma discussão importantíssima para o Brasil vai entrar em um estágio decisivo na Câmara dos Deputados. O novo Código Florestal estabelece como deve ser a preservação de rios, florestas e encostas, sem prejudicar a produção de alimentos e a criação de gado.

O Jornal Nacional apresenta uma série especial de reportagens de Júlio Mosquéra e Emerson Soares sobre a importância desse projeto.

Falar do Código Florestal é falar da água de nossos rios, córregos e lagos. É enfrentar a ocupação desordenada nas encostas de morros. É se preocupar com a produção de alimentos. O Código Florestal tem a ver com a qualidade de vida de todos os brasileiros.

“A discussão do Código Florestal é a discussão do futuro do Brasil, dos nossos filhos e netos, que país eles vão ter no futuro”, explicou o diretor do Greenpeace Brasil, Paulo Adario.

E também sobre o país que o brasileiro quer hoje. O preço do arroz, do feijão, do milho, da carne que chegam à mesa depende do Código Florestal.

É o Código Florestal que diz como devem ser ocupados 329 milhões de hectares, 38% do país destinados principalmente à agricultura e pecuária. São terras particulares ou em disputa pela posse que se espalham pelos seis biomas: Pampa, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal, Caatinga e Amazônia.

“Vai ser preciso tratar um pouco de forma diferenciada e analisar o caso de cada bioma, de forma diferente, uma fórmula que vai ser adotada para a Amazônia não posso ser administrada para a Mata Atlântica”, destacou Paulo Adario.

O primeiro Código Florestal é de 1934. Depois veio o de 1965. Mas nenhum dos dois foi obedecido à risca. O meio ambiente ficou em segundo plano. A prioridade dos governos era ocupar os vazios do território nacional e aumentar a produção de alimentos. De fato, a agricultura cresceu e apareceu. O país se tornou o maior exportador mundial de soja, café, açúcar, suco de laranja e carne bovina.

Mas a agricultura se desenvolveu deixando para traz uma grande dívida com o meio ambiente, que agora está sendo cobrada. A atual legislação coloca 90% dos produtores rurais na ilegalidade. O homem do campo vive sob insegurança jurídica. Os ambientalistas querem punição aos desmatadores. Chegou a hora de organizar a casa.

A palavra está com o Congresso, que discute as regras de um novo Código Florestal. Com a experiência de quem fundou a Embrapa e há 50 anos debate agricultura e meio ambiente, Eliseu Alves aponta o caminho: uso de tecnologia e diálogo para respeitar as peculiaridades de cada região do país.

“Tem que ser uma discussão tem que ser baseada nas informações da ciência, na racionalidade e na compreensão, coisa que é uma característica dos brasileiros”.

Dois instrumentos formam a base do código: a Reserva Legal, área de mata nativa que deve ser preservada dentro da propriedade rural; e a APP, Área de Preservação Permanente, locais frágeis à beira de rios, topos de morros e encostas, que devem ter a vegetação original protegida.

A nova lei tem que responder a três perguntas fundamentais: qual o tamanho das APPs e da Reserva Legal? Quem deve ser punido por destruir o meio ambiente e desde quando?

A degradação ambiental se faz sentir até mesmo quando a natureza se mostra grandiosa.

As exuberantes Cataratas do Iguaçu também dependem do respeito às áreas de preservação permanente. São mais de mil quilômetros do Rio Iguaçu, que convivem com intensa atividade humana em suas margens.

“Nós recebemos uma carga muito grande de poluentes, uma carga muito grande de resíduos de lixo”, disse o diretor Parque Nacional do Iguaçu, Jorge Pegoraro.

Conciliar agricultura e meio ambiente é rentável. Darcy Ferrarin comprou uma fazenda de 2 mil hectares em Mato Grosso em 1998. Levou três anos para recuperar a terra que estava destruída. Hoje, com o plantio direto na palhada, faz quatro colheitas por ano: soja, milho, semente de capim e algodão. A produção de gado no local é quatro vezes maior que a média da região.

“Tudo o que você põe na terra, você recebe em dobro. Se você não jogar cuidado, ela se desfaz, ela se desmancha, ela vai embora para o rio, não te produz mais, você se aborrece e acaba vendendo a terra”, afirmou ele.

O desafio do Brasil é multiplicar exemplos com o de Ferrarin. Segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a oferta mundial de alimentos nos próximos dez anos precisa crescer 20%. O mundo espera que o Brasil contribua com quase metade desse aumento.

Mas o consumidor internacional já não aceita pagar por aquilo que é produzido causando prejuízo ao meio ambiente.

“O Brasil tem uma chance de ouro de ser um dos únicos, senão o único país que combine uma agricultura altamente moderna, produtiva, com um meio ambiente com alta biodiversidade. Nós não podemos viver sem a agricultura como nós não podemos viver sem um meio ambiente saudável”, declarou o pesquisador Luiz Martinelli.



Assista reportagem na íntegra:


segunda-feira, 25 de abril de 2011

Parque Nacional do Iguaçu recebe 33 mil pessoas no feriado de Páscoa

























Fotos por Adilson Borges




O Parque Nacional do Iguaçu recebeu, no feriadão de Tiradentes e de Páscoa (21 a 24 de abril), um público de 33.362 visitantes. Na Sexta-Feira Santa, a unidade bateu o recorde de visitação em um único dia, com a entrada de 16.672 pessoas. O movimento superou a marca da véspera do feriado da Proclamação da República de 2010, quando foi registrado o total de 14.326 turistas.

O movimento de sexta-feira foi acima do esperado devido principalmente ao fechamento do comércio de Ciudad del Este (Paraguai). O clima bom também contribuiu para a grande visitação, deixando a BR-469, via de acesso ao parque, congestionada. A procura foi intensa pelas trilhas e passarela das Cataratas do Iguaçu, bem como por outros atrativos da unidade, incluindo os passeios de barco do Macuco Safári e voos panorâmicos de helicóptero.

Na quinta-feira, primeiro dia do feriado, o movimento foi de 5.689 turistas. No sábado, apesar da chuva, a procura foi dentro do esperado, com a entrada de 6.846 pessoas. No domingo, foi registrada a presença de 4.155 visitantes.

Para atender o público, a Concessionária Cataratas do Iguaçu S/A, em conjunto com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), reforçou na sexta e no sábado a frota do transporte com 13 ônibus extras, totalizando 26 veículos. Nos dois dias, a unidade abriu às 8 horas, uma hora mais cedo que o horário padrão. As equipes de monitores e o atendimento nas bilheterias também foram incrementados.

Conforme Jorge Pegoraro, chefe do Parque Nacional do Iguaçu, o saldo foi positivo. “Superamos as expectativas de 30 mil visitantes. Tivemos a satisfação de contar com um feriadão de quatro dias com uma grande movimentação. Para melhorar ainda mais o atendimento, reformas e nova infraestrutura estão previstas para os próximos meses, como benfeitorias na Trilha das Cataratas, sofisticação do Centro de Visitantes, e vendas de ingressos on-line”, ressaltou.

O gerente-geral da Concessionária Cataratas do Iguaçu S/A, Celso Florêncio, destacou que para atender à multidão a empresa não poupou esforços para receber da melhor forma os visitantes. “Estávamos preparados. Ficamos contentes com a satisfação dos turistas. E aproveito para cumprimentar todos os funcionários que contribuíram para esta marca”, afirmou.

Experiência – De acordo com a turismóloga Fernanda Berenguel, o passeio foi inesquecível. “Foi um dos lugares mais lindos que já visitei. Pra quem gosta de natureza e turismo, é imprescindível conhecer as Cataratas do Iguaçu. Tudo isso me fez lembrar de Cânion do Xingo, Sergipe. Mas aqui, a emoção é muito maior.”

O jornalista Maurício Kanno conheceu as Cataratas do Iguaçu junto com companheira Renata Millan. Para ele, que visitou primeiro o lado argentino do atrativo, a sensação foi muito gratificante. “Tenho a sensação que o lado brasileiro tem uma vista melhor, tem uma boa estrutura. Parece que estamos num filme”, destacou.

Para a família Santos, de Blumenau (SC), conhecer as Cataratas depois de cinco anos de planejamento foi uma emoção muito grande. “Nunca vimos coisas tão lindas neste mundo. Só estando aqui para saber como é bom viver. Se tudo der certo, vamos voltar muitas outras vezes”, afirmou Sérgio Luís.

Histórico
Visitação do feriado de Páscoa dos últimos anos
2011 – 33.362
2010 – 22.378
2009 – 19.991
2008 – 20.816
2007 – 15.466
2006 – 16.669
2005 – 17.701
2004 – 18.213

Recordes históricos de visitas em um único dia
16.672 – 22 de abril de 2011
14.326 – 14 de novembro de 2010
12.513 – 1º de novembro de 2009
12.388 – 11 de outubro de 2009
10.901 – 14 de novembro de 2004

Concessionária Cataratas do Iguaçu S/A e ICMBio

(Grampo Comunicação)

terça-feira, 12 de abril de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

segunda-feira, 21 de março de 2011

Chuvas afetaram Parque Nacional Saint Hilaire/Lange

Chuvas que atingiram o Litoral, também afetaram o Parque Nacional Saint Hilaire/Lange


Veja notícias no blog do Parque:
http://sainthilairelange.blogspot.com/

sexta-feira, 18 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

quarta-feira, 9 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Parque Nacional do Iguaçu espera 25 mil turistas no feriado de Carnaval

O Parque Nacional do Iguaçu prepara uma estrutura especial para atender os visitantes no feriado de carnaval, de 5 a 8 de março. O atrativo espera receber 25 mil pessoas durante os quatro dias do feriadão. A expectativa é fundamentada no histórico de visitação de outros anos, nos quais, nesta época, milhares de brasileiros e estrangeiros aproveitaram os dias de folia para passear, conhecer ou rever, em especial, as Cataratas do Iguaçu.

Apenas no domingo (6) a expectativa é que dez mil pessoas passem pela bilheteria do Centro de Visitantes. Para atender a essa grande demanda, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Concessionária Cataratas do Iguaçu S/A elaboraram um plano estratégico de atendimento. As áreas de transporte, bilheteria, estacionamento, informações, gastronomia e orientação ao público terão reforços de pessoal e estrutura.

Nesse dia o parque contará com o reforço de mais dez ônibus, em apoio aos 13 veículos da frota que fazem o traslado dos visitantes até as quedas. A medida visa a oferecer mais qualidade e conforto na locomoção dos turistas.

Serviço:
Horários de visitação
Sábado, segunda e terça: 9h às 17 horas
Domingo: 8h às 17 horas

Mais informações
(45) 3521- 4400
www.cataratasdoiguacu.com.br

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Operação prende pescadores no Parque Nacional do Iguaçu



Uma operação policial com a participação de agentes da Policia Federal de Foz do Iguaçu, Força Nacional e o Instituto Chico Mendes – ICMBio, conseguiu prender um grupo de pescadores no Parque Nacional do Iguaçu, região de Capanema, sudoeste do Paraná. O flagrante aconteceu na quinta-feira (17).

O resultado da operação foi a prisão de pescadores que estavam na borda do Parque Nacional do Iguaçu, no Rio Iguaçu. O grupo juntamente com a embarcação e todo o material foram conduzidos até o posto da ICMBio em Capanema onde foram autuados e devidamente multados pela atividade.

Essa é a terceira operação de combate aos crimes ambientais realizada pela Polícia Federal, Força Nacional e ICMBio no Parque Nacional do Iguaçu em 2011. O outras operações virão nos próximos meses no combate a caça, a extração de madeira e palmitos e a pesca no interior do Parque.

Boletim ICMBio em Foco n.º 133‏

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

ICMBio obtém em janeiro segunda maior arrecadação mensal de sua história

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) obteve no mês de janeiro passado a segunda maior arrecadação desde a sua criação, em 2007. As receitas somaram R$ 4,8 milhões, sendo 71% dos recursos oriundos da visitação nos 31 parques, entre eles o de Iguaçu, e 29 florestas nacionais abertos ao público. O restante foi de arrendamentos e autorizações de licenciamento.

O ICMBio começou a contabilizar suas receitas no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi) em fevereiro de 2008. De lá para cá, a arrecadação cresceu 92%. Os números refletem especialmente o aumento da visitação com ingresso pago e a atualização dos preços dos ingressos, estabelecida pela Portaria nº 366 de outubro de 2009.

Para o coordenador de Arrecadação do ICMBio, Nelson Sant'Anna, outros fatores também contribuíram para o resultado, como o acréscimo nas receitas oriundas das autorizações de licenciamento. As autorizações avançaram com a contratação de servidores para as unidades de conservação.

“A arrecadação pode crescer ainda mais, visto que estamos em negociação para o repasse integral dos recursos decorrentes de arrendamento nos parques nacionais da Tijuca e do Iguaçu, junto à Secretaria de Patrimônio da União (SPU), e a perspectiva de incremento na Receita de Produção Vegetal com a implementação do Programa de Exploração Florestal”, destaca Sant'Anna.

A maior arrecadação do Instituto ocorreu em novembro de 2009, quando foram realizadas autorizações para supressão de vegetação pelas mineradoras Rio do Norte e Companhia Vale do Rio Doce. Naquele mês, a receita fechou em R$ 11,36 milhões.

(Ascom/ICMBio)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Turistas se encantam com alta vazão alta das Cataratas




A vazão das Cataratas do Iguaçu aumentaram praticamente cinco vezes nos últimos dias em função das chuvas que ocorrem no Paraná, principalmente na região de Curitiba, onde o Rio Iguaçu nasce.

Desde o início da semana a vazão anotada pelo sistema de Hidrologia da Copel, passava dos 6,5 mil metros cúbicos por segundo, um volume muito acima do normal que fica entre 1,2 mil e 1,3 mil metros cúbicos por segundo, ou 1 milhão e 200 mil litros d’água por segundo. Isso fez com que as usinas hidrelétricas instaladas ao longo do Rio Iguaçu dispensassem o volume excedente de água.

Nesta quarta-feira (16) o nível de água continua alto com 5,6 mil metros cúbicos com tendência de aumentar um pouco mais nas próximas horas.

O volume de água fez com que visitantes aproveitassem para se refrescar em vários pontos da passarela e na área do elevador, no Salto Floriano.


(Portal H2FOZ)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Projeto Carnívoros do Iguaçu recebe prêmio ambiental





O Parque Nacional do Iguaçu conquistou o 18º Prêmio Expressão de Ecologia na categoria Conservação da Vida Silvestre, com o Projeto Carnívoros do Iguaçu. Criado na sequência da Conferência da ONU para o Meio Ambiente, a Rio 92, o Prêmio Expressão registra a trajetória da consciência ambiental empresarial da região Sul e é o maior mapa da evolução das empresas em direção à sustentabilidade nesse período. Certificado pelo Ministério do Meio Ambiente como a maior premiação ambiental do Sul, o Prêmio Expressão de Ecologia contabiliza 1.674 cases inscritos nesses 18 anos.

A edição de 2010 contou com a participação de 153 cases e seu rigoroso corpo de jurados é composto por biólogos, engenheiros florestais, consultores e doutores na área ambiental, profissionais de entidades e ONGs dos três estados do Sul.

Os cases vencedores, além de serem destacados no Anuário Expressão de Sustentabilidade, que circulará em junho, receberão o troféu Onda Verde no Fórum de Gestão Sustentável, que acontecerá em julho. Mais detalhes sobre o prêmio estão no endereço: http://www.expressao.com.br/ecologia/conteudos/cases2010.

Sobre o Projeto Carnívoros do Iguaçu

Criado em outubro de 2008 o atual projeto Carnívoros do Iguaçu visa o estudo populacional das onças-pintadas no Parque Nacional do Iguaçu e seu entorno. Trata-se de um estudo detalhado do status de conservação in situ da população de onças-pintadas (Panthera onca) na região oeste do Paraná, abordando questões de ecologia, biologia e genética das espécies, a educação ambiental, a conservação da paisagem do entorno do parque e a intermediação de conflitos entre populações residentes no entorno e ataques de onças a rebanhos domésticos. O projeto é executado por quatro funcionários, sendo dois técnicos de nível superior e dois assistentes de campo, além da consultaria e apoio científico de profissionais com grande experiência na área.

Dados sobre a espécie estão sendo obtidos com o uso de armadilhas fotográficas, monitoramento por rádio-colar de espécimes capturados, acompanhamento dos casos de predação e pela coleta de amostras de fezes para análises de dieta e genética. A primeira estimativa populacional da espécie realizada com 72 armadilhas fotográficas mostrou dados preocupantes com 0,29 onças por 100 Km² ou 6 a 12 indivíduos para o parque inteiro. Dessa forma, o estudo da população de onça-pintada, tal como previsto, gera informações valiosas para as estratégias de manejo da unidade, bem como para a proteção da última população viável de onças do sul do país.

(Parque Nacional do Iguaçu)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Volume das Cataratas do Iguaçu está cinco vezes maior

Na segunda-feira (14) a vazão média é de 6.500 m³s

Com as chuvas dos últimos dias, principalmente na cabeceira do Rio Iguaçu em Curitiba, o volume de água está quatro vezes maior do que em comparação à média. Da vazão média de 1.500 milhão de água por segundo (m³s) pulou para 6.500 milhões.

Conforme acompanhamento hidrológico do ponto Salto Cataratas, realizado pela Copel, a vazão das Cataratas começou a subir na madrugada de sexta-feira (12). Às 5h da manhã eram 4.950 m³s, já no domingo a maior vazão foi de 5.370 m³s e no inicio da tarde de segunda-feira o pico foi de 6.700 m³s.
Fonte: Clickfoz

Boletim ICMBio em Foco n. 132‏

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Cataratas do Iguaçu - Foto em 3D

Clique AQUI!

*Sirva-se das diversas ferramentas da página.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Especialistas unem forças para proteger o Parque Nacional do Iguaçu

A fauna e a flora do local, onde se situam as famosas Cataratas, estão ameaçadas. Com mais de um milhão de visitantes por ano, o parque recebe o cuidado de biólogos, técnicos e ambientalistas.





O Parque Nacional do Iguaçu, onde estão as Cataratas, um dos mais belos cartões-postais brasileiros, está cercado de ameaças.

Na segunda reportagem da série sobre a Mata Atlântica, você vai conhecer o esforço de biólogos, técnicos e ambientalistas para preservar essa área.

No Rio Iguaçu, um gavião-caramujeiro sai do Brasil e voa em direção à Argentina. Indo rio acima, os biguás saem da Argentina com destino ao Brasil.

É assim que os bichos transformam os dois parques, o argentino e o brasileiro, num único parque, sem fronteiras e sem limites para a biodiversidade.

Das 20 mil espécies vegetais encontradas, pelo menos oito mil não existem em nenhuma outra parte do mundo, apenas lá na Mata Atlântica. São mais de mil espécies de aves, 350 de peixes, 260 de mamíferos.

“Esses animais estão extremamente ameaçados, porque, desde a época do descobrimento, essa mata está sendo degradada e está sendo perdida pra dar lugar a cidades, a fazendas, a plantações, à parte de pecuária. Então, a Mata Atlântica é o principal sistema ameaçado no Brasil justamente porque ele já está no litoral e é onde tem toda essa pressão do homem há muito tempo”, explica um especialista.

O Parque Nacional do Iguaçu é como uma ilha cercada de ameaças por todos os lados. No Brasil, é a proximidade com áreas imensas de lavoura que usam fertilizantes, agrotóxicos, pesticidas.

Do lado argentino são cerca de 50 km de pinus, uma espécie de pinheiro, cultivados ao lado do Parque Nacional para abastecer uma fábrica de papel e celulose.

O diretor do Parque Nacional argentino diz que o pinus faz com que o solo se deteriore de tal forma que não serve para outra coisa a não ser crescer o pinus e nada mais que o pinus.

“O que nós precisamos fazer é com que os parques nacionais sejam indutores de desenvolvimento regional. Nós precisamos fazer com que a conservação da natureza também seja um negócio e seja um desenvolvimento para o país”, informa Márcia Hirota, diretora do SOS Mata Atlântica.

O melhor negócio feito em Foz do Iguaçu foi conservar as Cataratas e criar um parque nacional. São mais de um milhão de visitantes por ano, turistas que querem caminhar pelas trilhas da Mata Atlântica e se entregar à visão das cataratas.

“É muito lindo, muito lindo”, afirma uma menina. “É uma lembrança pro resto da vida”, diz um homem.

O argentino Jorge Anfuso sempre fez do trabalho com as aves um bom negócio. Ele administra o Parque da Província de Misiones, na Argentina, que recebe cerca de 200 mil visitantes por ano. O governo argentino cedeu o espaço e ele criou todas as condições para receber e tratar de animais que chegam vítimas do tráfico ou acidentados.

Os periquitos verdes tiveram as asas tingidas de amarelo para parecer que eram jandaias, aves bem mais valiosas do que eles.

Durante 25 anos, Jorge trabalhou em aeroportos da Argentina treinando falcões peregrinos para que eles espantassem aves da pista e evitassem acidentes aéreos.

Agora, ele e a mulher, Silvia, cuidam de gaviões e águias, aves de rapina da Mata Atlântica, todas em perigo de extinção. Todas chegaram lá machucadas, com tiros de chumbo ou algum outro tipo de ferimento.

O gavião de penacho, o gavião pega-macacos, o gavião-pato, a águia-cinzenta. Esses animais de olhar penetrante agora carregam apenas no porte a memória de terem sido poderosos. Nos cativeiros ou na floresta, a vida balança e se equilibra em eterna transformação.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Aventura nas Cataratas do Iguaçu é destaque em rede nacional

SBT Repórter mostrou experiências radicais que podem ser realizadas por qualquer pessoa em Foz do Iguaçu

“Neste programa eu vou encarar vários tipos de desafios na natureza e vou mostrar que você e sua família podem curtir de uma maneira diferente lugares maravilhosos em nosso país”, com essa frase o repórter Gilberto Smaniotto começou o SBT Repórter especial em campos de desafio na natureza que foi reprisado na segunda-feira (10) em rede nacional. A primeira exibição do programa aconteceu em janeiro de 2010.

Gilberto e a equipe de jornalismo do SBT estiveram na cidade em dezembro de 2009 para mostrar “um dos locais mais bonitos do planeta”, diz a reportagem.

Em Foz do Iguaçu, a matéria começa sobrevoando as gigantes quedas e o programa não dispensa adjetivos para caracterizar o Parque Nacional do Iguaçu (PNI). “O Patrimônio da UNESCO tem o tamanho de 185 mil campos de futebol", comenta o apresentador do programa.

Após o sbrevôo de helicóptero, que é possível ser realizado por qualquer turista, a equipe topa um passeio um pouco mais radical, porém “uma aventura com muita segurança”.

Quem acompanha a equipe de reportagem do SBT foi o guia Anderson Morais, que trabalhou 1 ano e meio no Macuco.





Macuco Safari – O Macuco Safari, passeio mostrado na matéria, tem a duração em média 2h. O passeio, que é realizado por terra e água, inicia-se em carretas puxadas por veículos elétricos que conduzem por uma trilha de 3 km no coração da mata. É acompanhado por guias bilíngües experimentados que interpretam as características das arvores, bromélias, orquídeas e outras espécies de vegetais. O auge da aventura é quando a embarcação se aproxima da Garganta do Diabo e o piloto realiza uma manobra e o barco passa através das quedas de água.



O objetivo da equipe do Sistema Brasileiro de Televisão foi mostrar a radicalidade, mas principalmente a segurança dos passeios e divulgar que qualquer pessoa pode realizar os atrativos turísticos em Foz do Iguaçu.



A cidade oferece ainda outros campos de desafios na natureza como a Trilha do Poço Preto, o Rafting, Rapel, Arvorismo e a Trilha das Bananeiras, por exemplo.






A matéria foi ao ar no dia que o PNI completou 72 anos de criação.


Fonte: Clickfoz

Parque completa 72 anos com boas marcas e anúncio de investimentos




O Parque Nacional do Iguaçu completou 72 anos de criação nesta segunda-feira, 10. Para celebrar a data, a direção do atrativo preparou uma festa, com bolo, refrigerantes, malabaristas, uma banda musical e anúncio de investimentos. A solenidade foi realizada no Centro de Visitantes, com a presença de pioneiros de Foz do Iguaçu, autoridades, representantes das entidades de turismo e visitantes.

Em meio aos festejos e lembranças, Jorge Pegoraro, chefe do Parque Nacional do Iguaçu, destacou o reconhecimento internacional e a quebra de diversos recordes. “Estamos conseguindo atingir este nível sem perder a qualidade e o conforto. Todas as seis concessionárias que estão no parque ajudaram neste trabalho. Vamos continuar esta parceria da iniciativa privada com o setor público”, frisou Pegoraro.

Para Gilmar Piolla, superintendente de Comunicação Social da Itaipu Binacional e presidente do Fundo Iguaçu, o parque hoje é modelo de gestão ambiental e turística para outras unidades do Brasil. “Vamos contribuir para desenvolver ainda mais o parque, principalmente neste ano de 2011. Eu não sei o que seria de Foz do Iguaçu sem o parque e as Cataratas do Iguaçu”, enalteceu Piolla.

O gerente-geral da Concessionária Cataratas do Iguaçu S.A., Celso Florêncio, comentou a satisfação de fazer parte deste resultado. “É muito bom ver o avanço e perceber que estamos no caminho certo. Os depoimentos deixados neste ato nos dão ainda mais gás para trabalharmos”, disse. “Nosso objetivo é oferecer cada vez mais serviços de qualidade para os visitantes”, concluiu.

Para comemorar o recorde histórico da entrada de um milhão 265 mil visitantes em 2010, a administração do parque concedeu troféus de agradecimento a dez instituições iguaçuenses, entre elas: Secretaria de Turismo, Iguassu Convention & Visitors Bureau, Infraero, ABIH, Sindhotéis e Itaipu Binacional.

Investimentos – Pegoraro informou que a trilha e a passarela que dão acesso às quedas serão revitalizadas, visando, em especial, ao crescimento do movimento turístico durante a Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Outra obra importante para 2011 é o aterramento dos cabos elétricos e, ainda, a construção de uma ciclotrilha na BR-469, via de acesso às Cataratas, trecho que compreende o parque.

Memória – Adilson Simão é um dos pioneiros de Foz do Iguaçu e sempre que pode participa das atividades do PNI. Simão nasceu em fevereiro de 1939, um mês depois de ser instituído o Parque Nacional do Iguaçu, pelo presidente Getúlio Vargas. “Olhar isso daqui como está hoje dá orgulho de ser iguaçuense e ter trabalhado na administração do parque”, orgulha-se.

A festa terminou com o corte do tradicional bolo de aniversário e a sua distribuição aos convidados e visitantes da unidade de conservação.



(Grampo Comunicação)

Diário de Funcionário Público



Urgente e lacônico, o texto no celular avisa que "as cigarras estão dando sopa" com a chegada do verão ao Parque Nacional do Iguaçu. Outro rascunho informa que uma onça-pintada foi vista dias atrás por funcionários da manutenção no quilômetro 26 da estrada que leva os turistas às cataratas. Um recado mais longo conta que "os ninhos de pássaros ao lado da casa 003 foram todos estraçalhados" por "gambá, tucano" ou outro predador "invisível".

A 003 é a residência oficial do biólogo Jorge Pegoraro, chefe do parque e autor das mensagens. Ele fazia a ronda diária dos ocos e galhos no jardim, desde que a primavera povoou suas árvores de ovos e promessas. Está há quase oito anos no posto. E cada vez mais atraído pelas novidades que cercam seu cotidiano por todos os lados. Meses atrás, comprou uma máquina fotográfica. Passou a registrar seu dia a dia com a sofreguidão de quem pôs as mãos em brinquedo novo e o conhecimento de causa de quem vê aquilo tudo sistematicamente, por dever profissional.




O dia a dia pode ser inexaurível, quando se tem sob sua jurisdição uma floresta de 185 mil hectares. Em poucas semanas de fotografia, Pegoraro tinha juntado uma fartura de imagens. No fim do ano passado, por exemplo, fez "um bonito (eu acho) jacaré (pequeno) no Rio Iguaçu, numa volta de barco próxima à Ilha dos Papagaios".

Com as tardes alongadas pelo horário de verão, a cada fim de expediente, se a chuva deixar, ele pega o equipamento, atravessa em longos círculos o jardim e cai nas trilhas que fazem de sua casa um entroncamento de pegadas. Cruzam por ali rastros de catetos, de cutias, de cachorros-vinagre, de veados-mateiros e de onças. Só com os pássaros que frequentam sua clareira daria para fazer um guia quase completo das aves do Iguaçu.

Só volta depois que a noite cai. Usa uma Rebel T1, a reflex digital mais modesta da Canon. Contenta-se com lentes básicas. Passou batido pelo labirinto técnico dos manuais. Mas tem olho clínico, capaz de identificar na penumbra animais que parecem sombras e ver silhuetas onde aparentemente só há manchas escuras. Com esses trunfos e a prerrogativa de morar no parque nacional, virou fotógrafo de natureza do dia para a noite. Foi a última virada de uma carreira que sempre entorta e aponta para o mato. Ele nasceu em Curitiba, formou-se por lá em Biologia quando o diploma servia quase exclusivamente para dar aulas e entrou para o serviço público, por concurso, via Sudepe. A superintendência da pesca lhe deu o primeiro emprego no porto de Paranaguá, o extremo oposto do Iguaçu.


Chegou ao oeste do Paraná em 1989, depois que a criação do Ibama fundiu as autarquias que tratavam de recursos naturais no governo. Pegoraro foi realocado no escritório do Ibama em Cascavel, quando as serrarias já haviam raspado os últimos retalhos de mato no município. Mas o escritório continuava expedindo licenças de desmatamento para as cidades retardatárias cuidarem das sobras.


Ele não levou muito tempo para se convencer de que aquela região gravitava, sem saber, em torno do parque nacional, cuja floresta é o maior investimento que os colonos conseguiram fazer na economia da região. Acabou nomeado para dirigi-lo em 1.º de abril de 2003. Considera-se até hoje incapaz de "conhecê-lo a fundo". Mas não se cansa de aprender. Seguir a rotina desse funcionário público entre o gabinete e a trilha revoga tudo o que se ouve falar por aí sobre preguiça burocrática.


Por: Marcos Sá Corrêa