quarta-feira, 31 de março de 2010
Ministro prestigia Mostra da Rebio das Perobas
segunda-feira, 29 de março de 2010
Parque Nacional do Iguaçu espera 20 mil pessoas na Páscoa
O Parque Nacional do Iguaçu organiza uma grande estrutura para atender 20 mil pessoas no feriado de Páscoa. Além dos brasileiros, muitos paraguaios e argentinos escolhem passar a data nas Cataratas. Uma das novidades no atendimento será a estreia, em fase de experimentação, de três novos ônibus articulados para o transporte dos turistas.
A Concessionária Cataratas do Iguaçu elaborou, em conjunto com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), um plano especial de atendimento. O trabalho consiste na ampliação do horário de visitas; colocação de tendas; e reforço no transporte, bilheteria, efetivo de funcionários e equipe de apoio.
Conforme o chefe da unidade de conservação, Jorge Pegoraro, o reforço dos novos articulados somou à frota de veículos double-deck e locados. “Os novos veículos, ainda em experimentação, serão observados quanto à emissão de gases, ruídos e capacidade de conforto aos visitantes”, destacou Pegoraro.
Segundo o gerente-geral da Cataratas do Iguaçu S/A, Celso Vítrio Florêncio, este ano a recepção aos turistas será mais estratégica. “Estamos investindo muito no atendimento e na satisfação dos visitantes. Neste feriado o nosso trabalho terá reforço especial das equipes de apoio e dos recentes investimentos no transporte”, revelou Florêncio.
Horário – Na Sexta-Feira da Paixão (2) e no Sábado de Aleluia (3), o parque abrirá uma hora mais cedo, funcionando das 8h às 17h. No Domingo de Páscoa (4), o atendimento voltará a ser das 9h às 17h. A medida visa a melhorar o tempo de acesso e a permanência dos turistas no Parque Nacional do Iguaçu.
Passe Comunidade - O benefício dá desconto de 50% no valor do ingresso. O abatimento é garantido aos moradores de Foz do Iguaçu e demais municípios vizinhos ao Parque Nacional do Iguaçu. A redução é concedida mediante cadastro prévio no guichê de atendimento do Passe Comunidade.
Têm direito ao benefício 14 municípios vizinhos à unidade de conservação. São eles: Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Iguaçu, Medianeira, Serranópolis do Iguaçu, Matelândia, Ramilândia, Céu Azul, Vera Cruz do Oeste, Santa Tereza do Oeste, Lindoeste, Santa Lúcia, Capitão Leônidas Marques e Capanema.
Mais informações
(45) 3521- 4400
sexta-feira, 26 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Parque Nacional do Iguaçu ganha 5 ônibus

terça-feira, 23 de março de 2010
As Cataratas vistas do espaço

quinta-feira, 18 de março de 2010
Foz do Iguaçu lança 4ª Meia Maratona das Cataratas - Troféu RPCTV 50 Anos


terça-feira, 16 de março de 2010
4ª Meia Maratona das Cataratas do Iguaçu será lançada nesta quinta-feira, 18 de março
A corrida mais fascinante de 2010 está chegando. A 4ª Meia Maratona das Cataratas do Iguaçu será realizada no dia 16 de maio em Foz do Iguaçu, num percurso único no mundo, com saúde, esporte e natureza. A edição deste ano será lançada oficialmente nesta quinta-feira, dia 18 de março, às 8h30, no Mabu Thermas & Resort.
Consolidada no calendário nacional de atletismo, a prova tem como diferencial o percurso dentro do Parque Nacional do Iguaçu, com a chegada nas Cataratas do Iguaçu — um dos mais belos cartões-postais do Brasil. Isso sem contar a premiação, que está entre as melhores oferecidas pelas corridas desta modalidade no país.
Serão distribuídos R$ 60 mil, com uma novidade em relação ao ano passado. A premiação terá a seguinte distribuição, tanto no masculino quanto no feminino: primeiro colocado, R$ 12 mil; segundo, R$ 8 mil; terceiro, R$ 5 mil; quarto, R$ 3 mil; e quinto, R$ 2 mil. Na edição anterior os valores ficaram concentrados nos três primeiros lugares.
A prova simboliza o encontro perfeito entre esporte e natureza. Dos 21.097 metros de trajeto, nove quilômetros são pela Rodovia das Cataratas e 12 quilômetros, dentro do Parque Nacional do Iguaçu. Durante o caminho, os competidores passam por belas paisagens, culminando com o cenário exuberante das Cataratas do Iguaçu.
A expectativa é que neste ano grandes nomes da elite nacional do atletismo confirmem sua participação — a exemplo do registrado no ano passado. As inscrições já podem ser feitas pelo site www.meiamaratonadascataratas.com.br.
Homenagem – “Troféu RPCTV 50 anos”. Esse é o nome da premiação da 4ª Meia Maratona das Cataratas do Iguaçu, uma homenagem ao cinquentenário da emissora mais antiga do estado. A RPCTV leva informação e entretenimento a mais de 10,1 milhões de telespectadores no Paraná.
Em Foz do Iguaçu, a RPCTV Cataratas está presente na vida dos telespectadores não apenas com as informações diárias da programação, mas com a realização e apoio a projetos que levam à reflexão, valorizam a educação e mobilizam a comunidade, contribuindo para o desenvolvimento, sustentabilidade e construção da cidadania.
A 4ª Meia Maratona das Cataratas do Iguaçu — Troféu RPCTV 50 anos é uma realização da Concessionária Cataratas do Iguaçu S.A. e Parque Nacional do Iguaçu, com organização da Associação Pró-Correr de Incentivo ao Esporte. A corrida tem patrocínio da Itaipu Binacional e apoio da Caixa Econômica Federal, Mabu Hotéis & Resort e Neoenergia.
Serviço
4ª Meia Maratona das Cataratas — Troféu RPCTV 50 anos
Data: 16 de maio de 2010
Premiação: R$ 60 mil
www.meiamaratonadascataratas.com.br
Fonte: http://h2foz.com.br/modules/noticias/article.php?storyid=13576
domingo, 14 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
Safra 2010 de onças promete
26/02/2010, 17:12

Na manhã dessa terça-feira, dia 23, Clodoaldo da Silva viu uma onça com dois filhotes pequenos na beira da BR-469. É um caminho que ele faz regularmente, como funcionário da área de manutenção do parque nacional e, sobretudo, como encarregado de recolher para a Itaipu Binacional, três vezes por dia, os dados da estação pluviométrica e dos marcos de altura do rio na beira do Iguaçu.
Mas um encontro como aquele era a primeira vez que acontecia. Os bichos estavam a cerca de três metros de seu carro. Aparentemente, ignorando sua presença. A calma dos filhotes o impressionou. Ele, ao contrário, ficou “tão perturbado” que nem se lembrou de gravar a cena com o telefone celular. “Numa hora dessas, nada funciona”, explicou.
Nesse ponto, podia se considerar na mais fina companhia. Quatro dias antes, mais ou menos na mesma hora, o jornalista Adílson Borges cruzou com uma onça no quilômetro 7,2 da estrada federal, a das cataratas. Ele trabalha na Assessoria de Comunicação do parque há seis anos. Mas aquela foi também a primeira onça de seu currículo.
“Já topei com muito caititu, veado, jacaré. Mas com pintada, nunca, Aliás, nem sussuarana”, ele conta. Borges ia na ocasião fotografar uma solenidade na borda das cataratas. A bolsa com o equipamento fotográfico estava no banco de trás. E lá ficou. “Acho que era um filhote quase adulto. Estava sozinho. Quando saltou do barranco, do outro lado da pista, pensei que fosse um puma. Mas ele passou bem na minha frente, e aí vi as manchas. Ele vinha correndo, mas sem dar a impressão de que estava fugindo ou perseguindo uma presa. Simplesmente atravessou a estrada depressa e entrou no mato à direita, como se meu carro não existisse”.
Era uma grande história para contar, na segunda-feira de manhã, a seu chefe, o diretor do parque Jorge Pegoraro. A primeira onça, depois de seis anos… Mas seu relato não foi longe, porque Pegoraro também tinha muito o que dizer a esse respeito. No cargo desde 2003, ele acabava de ver, na madrugada de sábado, a 200 metros de sua casa, um par de pintadas.
Voltava, na ocasião, de um jantar na Argentina. Sua mulher, Iáscara, assumira o volante. Ele cabeceava no banco do carona. Os dois filhos dormiam a sono solto atrás. De repente, Iáscara exclamou: “Pegoraro, olha lá dois bichos grandes no acostamento”. Veados certamente não eram. O casal está habituado a flagrá-los com os faróis do carro, quando chega em casa em horas mortas. Antes mesmo que os fachos iluminassem os dois animais em cheio, eles sabiam que estavam diante de alguma coisa nova, maior, diferente.
“Pensei que fossem pumas”, lembra Pegoraro. Mas seu batismo de onça dispensaria qualquer abatimento. Eram pintadas legítimas. Aparentemente, uma fêmea com um filhote quase de seu tamanho, mas ainda no pé, costeando o mato que, logo adiante, desemboca em seu jardim. Portanto, duas onças entregues quase a domicílio.
E não se fala mais de outro assunto esta semana. Há uma safra de onça nesta temporada que Iguaçu há muito tempo não colhia. Há duas semanas, uma pintada pesseava pela trilha das Bananeiras, roteiro que em geral oferece aos turísticas um cardápio rico, mas com baseado em pássaros e borboletas. Caminhava pela estrada de terra, como se fizesse parte do programa. Depois, no carnaval, uma guia viu duas onças que pareciam se distrair uma com a outra, como se estivessem brincando.
Seja lá qual for o motivo para tamanha visibilidade, elas vêm em boa hora. Quanto mais aparecerem, menos se pode adiar as medidas de controle da velocidade e do excesso de trânsito na BR-469, onde carros, ônibus e caminhões trafegam no ritmo decrescentes de uma arrancada turística que este ano levou 10.400 pessoas ao parque só no domingo de carnaval. É um assunto que a administração começou a discutir há um ano, quando uma pintada foi atropelada em plena juventude mais ou menos no mesmo ponto da estrada onde as sobreviventes agora estão circulando. Ou melhor, dando o ar de sua imensa graça.
E quantas onças sobrevivem no Iguaçu? Esse é outro mistério. Oficialmente, contadas pelas armadilhas fotográficas da ONG Pró-Carnínovoros, elas não passam neste momento de seis exemplares. Apesar de raras, tornaram-se mais visíveis do que nunca – seja para corroborar ou para desmentir o prognóstico sombrio de que, reduzidas a essa população, elas estão a caminho do sumiço definitivo no Iguaçu.
“Uma coisa é certa”, diz Pegoraro. “Foi só retomarmos o estudo das onças para elas aparecerem”. O que elas querem dizer com isso os especialistas ainda não foram capazes de traduzir para os programas de manejo do parque nacional. Mas ninguém pode dividar de que elas andam fazendo o possível para receber mais atenção.
Fonte: O Eco
Visita internacional
Por: RPCTV Cataratas - Paraná TV 2ª Edição em 13/03/2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Capanema, no sudoeste do Paraná, insere atividade turística na economia
O município de Capanema, na região sudoeste do Paraná, fronteira com a Argentina, começa a explorar seu potencial turístico de forma planejada. Nesta quarta-feira, dia 10, depois de um ano de trabalho, o Sebrae/PR, Prefeitura Municipal, Parque Nacional do Iguaçu, Associação de Turismo Doce Iguassu e parceiros concluíram o estudo técnico do Programa de Desenvolvimento do Turismo, o qual será a referência para o município desenvolver seu potencial e atrair visitantes numa viagem ao encontro da natureza, sabores, cores e valores do campo e cultura da fronteira.
De produtos agroindustriais a balneários, cujo o privilégio é ter de fundo um patrimônio natural da humanidade como é o caso do Parque Nacional do Iguaçu, o estudo mostrou oportunidades e definiu estratégias para tornar o turismo uma realidade no desenvolvimento de Capanema. Artesanato, áreas de camping, rafting, ecoturismo, mirante e produtos agroindustriais formam um roteiro de atrativos turísticos nas margens do Rio Iguaçu. "Capanema ganha um verdadeiro guia para utilizar o turismo como estratégia de geração de emprego e renda na cidade e no campo, utilizando sua natureza e o capital humano para o seu desenvolvimento local", explica Joailson Agostinho, gerente da Regional Sudoeste do Sebrae/PR. O trabalho envolveu 480 horas de consultoria, diagnóstico, encontros e atendimento a 20 empreendimentos do setor.
Na cidade e no interior, os negócios começam a ser organizados e a ganhar clientes. No bairro Santo Expedito, uma admiradora de orquídeas, transformou sua coleção num ponto de visita e venda de flores. O Cantinho das Orquídeas, com cerca de 8 mil mudas, algumas bastante raras, atrai colecionadores da cidade e de fora. Dirce Faccio, orquidófila há mais de dez anos, conta que as visitas vêm crescendo e a sua propriedade agora é visita até por excursões. "Com as orientações que recebemos, mudamos o jeito de receber os visitantes e o resultado é que hoje é comum termos a visitação de excursões da Argentina no orquidário", destaca.
No interior, na linha chamada Esquina São Francisco, os visitantes podem acompanhar e participar da produção dos derivados da cana-de-açúcar com a família Piamolin. Quem se arrisca é convidado a moer cana e mexer o caldo no tacho ao fogo. Uma cena típica de uma agroindústria familiar com a tradição da cultura italiana e um produto muito utilizado que é a cana. O agricultor Ivo Piamolin, proprietário da agroindústria, afirma que o número de visitantes vem crescendo e o fato de demonstrar como funciona a fabricação de caldo de cana, açúcar mascavo e melado, ajuda na venda de produtos. "A venda aumenta, pois a pessoa conhece como é feito e parece valorizar mais o trabalho no campo", argumenta.
Meio e conflito
Capanema tem uma localização privilegiada junto ao Parque Nacional, com o qual possui quase 60 quilômetros de limites pelas curvas do Rio Iguaçu. O Parque, o segundo a ser criado no Brasil, em 1939, na fronteira com Argentina, é um dos principais santuários da Mata Atlântica no sul do País. Na década de 1950, um caminho, com cerca de 17 quilômetros, mais tarde denominado Estrada do Colono, foi aberto pelo governo do Paraná junto ao Parque com a intenção de favorecer a colonização do oeste pelos imigrantes do sul. Em 1986, a estrada foi fechada, alegando-se prejuízos ao meio ambiente como a extração ilegal de madeira, do palmito-juçara e da caça predatória. Reaberta ilegalmente em 1997, provocou conflitos até ser novamente fechada em 2001. Com o projeto de turismo, a questão ambiental ganha um novo capítulo na história.
O prefeito de Capanema, Milton Kafer acredita que o cenário de exploração das potencialidades naturais com a preservação ambiental institui uma nova atividade econômica no município que é o turismo. "A gente percebe que o potencial existe e os visitantes estão começando a chegar. Agora temos que usar essas informações do projeto para ter uma qualificação ainda maior de serviços e produtos relativos ao turismo", aponta. De acordo com o prefeito, a reabertura do caminho e sua transformação em uma estrada-parque, com foco na educação ambiental, no turismo e no lazer, seguem como meta do município. "A nossa luta vai continuar de uma forma civilizada e legal. O diálogo já nos faz colher frutos como é o passeio no Rio Floriano, numa área considerada intangível, que pelo entendimento que tivemos está sendo liberado pelo Parque Nacional e é m ais um atrativo no nosso roteiro turístico", justifica Kafer.
O diretor do Parque Nacional do Iguaçu, Jorge Pegoraro, afirma que se trata de mais um passo, com apoio do Sebrae/PR, para tornar Capanema atrativa turisticamente. "Temos os passeios no Iguaçu, no Rio Floriano, as propriedades que estão trabalhando com o turismo estão passando pelo licenciamento ambiental. Isso tudo é importante para o Parque Nacional do Iguaçu por que traz uma sustentabilidade à região e até a recuperação de algumas áreas degradadas", explica Pegoraro. O diretor do parque nacional cita de exemplo o Camping Urutau, um antigo local de extração e depósito de areia, que hoje é um espaço de recuperação ambiental especializado em ecoturismo. "Queremos que as pessoas sejam parceiras, que cuidem do Parque. Queremos que desfrutem dos recursos naturais para trazer o turista para Capanema e trabalhar a conscientização ambiental. Esse projeto é estratégico inclusive para a preservação do Parque Nacional do Iguaçu", completa.
Nessa área de camping, além de quiosques com água, energia elétrica e churrasqueiras, a grande atração são os passeios de barco nos rios do Parque Nacional do Iguaçu. Além do próprio Rio Iguaçu, é possível adentrar ao parque pelos rios Silva Jardim e Floriano. Este, nasce na porção mais selvagem da unidade de conservação, sendo possível um percurso de aproximadamente 8 quilômetros por águas cristalinas e paredes verdes intocadas até o exuberante salto do rio. A operação desse passeio só é permitida à Associação de Turismo Doce Iguassu, que mantém um convênio com o Parque Nacional por também participar do Programa de Desenvolvimento do Turismo Sustentável no Entorno da unidade.
(Agencia Sebrae-PR de Notícias)
Fonte: http://www.h2foz.com.br/modules/noticias/article.php?storyid=13566